Wednesday, November 07, 2007

Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?

Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?


às vezes parece pouco e não chega, outras é o suficiente para nos sentirmos donos do mundo.
por vezes parece que mentimos ao dizê-lo.pode parecer hipócrita (e às vezes até sê-lo).

Mas se não o dissermos, seja da maneira mais rude e básica ou de forma elaborada e com subterfúgios, não vale a pena falar de amor.

não sei se concordo com o que escrevi.mas apeteceu-me escrevê-lo neste momento. como às vezes me apetece dizer que o amo.

Amo como ama o amor

Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?


às vezes parece pouco e não chega, outras é o suficiente para nos sentirmos donos do mundo.
por vezes parece que mentimos ao dizê-lo.pode parecer forçado quando o dizemos ao início, mas é normal, depois habituamo-nos. E é tão bom ouvi-lo...melhor ainda senti-lo.

e é tão difícil geri-lo.
para mim também, e aqui estou, sabendo tão mal escrever sobre o amor como lidar com ele.

A renúncia é a libertação. Não querer é poder.

A renúncia é a libertação. Não querer é poder.

Fernando Pessoa

O meu caro professor de Teoria Política citou esta frase na aula de hoje. Fantástico como apesar de tudo, o génio ainda consegue estar em todo lado.

E fantástico como cada palavra do que ele escreveu faz tanto sentido na minha cabeça e tem para mim um significado tão especial, tão profundo, tão doloroso às vezes.

Já é tarde e não consigo raciocinar suficientemente para escrever alguma coisa que seja minimamente digna de ser publicada num blog sobre Fernando Pessoa (isto também não é..mas...bem, já escrevi para quê apagar.)

até amanhã

vou dormir daqui a nada

("durmo irrequieto e vivo num sonhar irrequieto. de quem dorme irrequieto metade a sonhar")